domingo, 16 de maio de 2010

VALE DA CANIÇA - Teste de resistência (clique na imagem para ampliar)

Percurso de 10Km


O merecido repouso do guerreiro.

E depois duma excelente caminhada num percurso belíssimo sugerido por Mestre Prata, eis que surge no meio do nada este grande oásis da gastronomia onde foi possivel nos restabelecer-mos do esforço dispendido.

Obrigado a todos por este dia de pura camaradagem.

Quanto ao teste, passaram todos com nota máxima - ALA, A LOS PICOS.

Alminha II



Praia fluvial da Caniça, para montante.

PRaia Fluvial da Caniça, para jusante.

Praia Fluvial da Caniça.





Fenómeno da Natureza, cabeça da tartaruga.


Prá qui.

Para onde estarão eles a olhar ?

Viveiro de trutas, será ?

Alminha I

As explicações da pessoa mais entendida, respeitada e conhecedora de toda a Serra da Estrela.

Águia de bico aberto, vista de cima.

Ruta de la Caniça.

Achado, ainda havia disto por estas bandas.

Os tais do juízo (sem).

Paulo J. por cima do Sumo.

E nós é que somos malucos ?
Reparem nestes dois a descer de mota no meio dos calhaus.

Olha que isto aqui ainda é alto.

Sumo da Caniça

E aí vamos nós outra vez.

Descansar é preciso.
Fenómeno da natureza, a águia de bico aberto

O fotógrafo, o observador, o controlador da qualidade, o tá-se bem. e o mais ou menos.

Ao Paulo J. aqui faltou-lhe tração.
Local onde comemos as sandochas, no leito da Ribeira da Caniça e inicio da levada com o mesmo nome.

Caminhada algo idêntica à "Ruta del Cares". Rochedo dum lado, precipício do outro e bem lá no fundo o rio.

A passagem na ponte

Apanha aí

Têm bom aspecto.

Se não houver mais nenhuma subida, eu chego lá.

Próxima capa da revista "Men", mas sem o boné.




Por onde é agora ?

Há aqui um que já começa a desanimar

E o mai forte ?? (este rapaz frio não entra nele)

Quem é o mai lindo ??

A rapaziada bem disposta, assim é que é bonito

A levada

Partida desde a Sra. do Desterro - Seia, 16-05-2010 08.30h

O abastecimento

A rapaziada

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A visitar (1º dia) - Chegada à base








DESFILADERO DE LOS BEYOS - O rio Sella ao longo de mais de 10km escavou o seu caminho por entre uma massa espessa de calcário, deixando apenas pequenos taludes onde as árvores se conseguiram fixar.

Passaremos por Cangas de Onís e rumaremos para Ortiguero de Cabrales onde ficaremos alojados numa magnifica casa.

Caín / Ortiguero de Cabrales -- 93km, chegada prevista 18.45h

domingo, 9 de maio de 2010

A visitar (1º dia) - Posada de Valdeón - Caín




A povoação de Caín esteve completamente isolada pelas montanhas imponentes que a cercam até princípios do século XX. Actualmente o caminho é feito entre precipícios e que em alguns locais só permite a passagem dum carro de cada vez.
É difícil chegar, mas vale a pena visitar porque é o inicio/fim da rota mais famosa e espectacular do mundo, A Garganta Divina ou Ruta del Cares.
O rio foi cortando as montanhas como se fosse uma faca criando uma garganta que em alguns locais não chega a ter 10m de largura mas em que as suas paredes chegam a atingir mais de 1500m de altura desde o topo até ao leito do rio, cortado a pique.
Os pastores da aldeia escavaram estreitos caminhos sobre impressionantes precipícios para mudar os rebanhos de cabras dos pastos de inverno para os de verão.
Posteriormente foi ampliado pelos operários da central hidroeléctrica.

Alto de Panderruedas / Caín -- 19Km, chegada prevista 15.30h

A visitar (1º dia) - Alto de Panderruedas










O alto de Panderruedas (1.450 m) oferece uma linda paisagem de pradarias e se subir até ao miradouro de Piedrafitas desfrutará de uma impressionante vista do imenso maciço rochoso que culmina com o vale de Valdeón.
Á direita se distingue a Torre de Cerredo com 2.648 metros de altitude, é o ponto mais alto do maciço.

Riaño / Alto de Panderruedas -- 23 Km, chegada prevista 14.30h

sábado, 8 de maio de 2010

A visitar (1º dia) - Riaño


Riaño está situada em plena cordilheira Cantábrica e no cruzamento com as estradas das Províncias das Astúrias, Cantábria e Palencia. É a cidade mais nova da Província de Leon, com 23 anos de existência.
A história recente de Riaño é marcada pela construção controversa da barragem que inundou a cidade original em 1987, juntamente com mais sete povoações do vale que foram cobertas por água.
Depois que diversas tentativas de construir uma barragem durante todo o século XX, o vale de Riaño, em que os rios Esla, Yuso e Retuerto se unem, foram finalmente inundadas por águas em 1987, sob o governo de Felipe González.
O projecto da construção da barragem causou uma grande contestação e mobilização das povoações que se confrontaram com as forças da ordem e houve mesmo suicídios, sendo finalmente necessário para a demolição das casas, a evacuação pela força dos populares que recusaram sair e se tinham entrincheirado nos telhados.
O Riaño novo foi reconstruído mais tarde no lugar de Valcayo.
Em consequência da construção da barragem e da destruição da cidade velha, a nova povoação conseguiu-se equipar de infraestruturas turísticas de primeira classe.
Em primeiro lugar, a própria configuração arquitectónica que vão desde as tradicionais casas em pedra até aos modernos edifícios, que apesar de sua diversidade oferecem um agradável conjunto.
Riaño conta com um património artístico digno de ser visitado. Referência especial merece a igreja velha de San Martin de Pedrosa del Rei, do século XVI, transferida pedra a pedra para Riaño, onde hoje é sua igreja matriz.